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Hukka Falls
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Napier
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Ferry Boat – Atravessando da Ilha Norte p/ Sul
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Chegada na Ilha Sul
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Uma praia no Abel Tasman National Park
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Estrada em algum lugar da Ilha Sul
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The Ring
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THE RING – O Orginal
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Estrada em algum lugar da Ilha Sul – 2
(O texto esta longo, ateh gostaria de fragmenta-lo por capitulos… mas estou no primeiro acesso a internet apos 4 dias…entao, ai vai…)
No embalo do Ferry (Balsa, que mais parece um Cruzeiro do que uma Balsa qualquer), conseguimos um tempo para parar, achar uma tomada para recarregar baterias de cameras e do notebook, no qual escrevo, mas, claro, depois de apreciar o mar e o vento forte que divide a Ilha Norte da Ilha Sul, nosso rumo. Essa jornada foi iniciada ha uns dias atras como comentado no post acima. Depois de nos despedirmos do Mount Maunganui, no dia 4 de novembro, terca-feira, chegamos (Nic e Preto no carro e o pessoal na Van) apos uns 100km mais ou menos, ao sudoeste do Mount, ao Huka Falls. Um rio AZUL com uma cachoeira e correnteza muito forte e uma vista belissima. Seguimos para Taupo, uma cidade ao centro da ilha norte. Por la estacionamos pelo meio-dia, almocamos um Noodle Canteen (tipo China in Box), e nao pudemos explorar mais a cidade e aos arredores pois o mau tempo nos acompanhava. Tipicamente New Zealand, assim como pode chover sem nuvem, pode fazer sol de rachar, e derrepente tudo fecha, e logo abre um sol com vento gelado…enfim… de tudo. Falar em vento gelado, outra peculiaridade eh o fato de estarmos no hemisferio sul em novembro, e mesmo assim, totalmente encasacados!!!! Bom, seguindo viagem, de Taupo, decidimos ir para Naiper – ao litoral sudeste – atras de um tempo bom e de uma vista legal do mar. Chegando la, fomos para uma praia um tanto esquisita. Sem areia nem cascalho de conchas, a praia era de pedras, parecidas com britas, mas todas redondinhas. Caminhamos pela cidade, conhecida por sua arquitetura do tipo “Art Deco”, e fomos curtir o por-do-sol em um monte da praia de Naiper, onde ficamos por um bom tempo clicando fotos e curtindo aquela pintura no ceu fundindo-se com o mar e terra. A noite, descansar para mais um outro dia de viagem… Encontramos um estacionamento a beira-mar e ali paramos para durmir apos tomar um banho em um clube ao lado por dois dollares. A gurizada foi para Hot Pool do clube, um pouco mais caro, mas eu e o preto preferimos economizar. Bom, ja eh tarde e eh hora de durmir. E isso, uma outra historia a parte: nosso carrinho little blue, virou um home-car. Bom, ai ja imagine a funcao que esta la dentro daquilo…mochilas, malas que nao couberam na van do pessoal, sacolas de coisas e mais coisas de viagem…enfim… e para durmir ali, eh uma comedia (para nao se lamentar neh, pq o conforto… o que eh isso? Hehe…) entre mochilas, volante, cambio, tentando encontrar a melhor posicao para se esticar o maximo sem ter que ficar apertando os pedais…
Bom, o dia amanhece, acordo com os primeiros raios do sol – o que me faz viajar na ideia de que sou das primeiras pessoas no mundo a ver o sol daquela quarta-feira…hehe..enfim… – Cookies e Suco de cafe da manha, seguimos ao oeste rumo a Wellington, capital da Nova Zelandia. Na estrada, quando viamos a placa “LOOKOUT” paravamos, pois era algum tipo de mirante em uma paisagem que valia a pena umas fotografias. Falar nisso, ha muitas paisagens que lembram o RS… quarta colonia… enfim… Na estrada, passamos por uma placa com um desenho de uma `biruta`. Logo entendemos. O vento que fazia era deveras forte… O tempo havia clareado, mas, uma cortina de chuva logo ali na frente ja nos esperava. Nada que estragasse a viagem. Seguindo, passamos – e subimos – por uma cadeia de montanhas que, infelizmente nao conseguimos tirar mais fotos pois a estrada era muito, mas muito, estreita e nao havia acostamento. Como aquelas cenas aereas de filmes onde ha uma pequena estrada em montanhas e logo na beirada da estrada, o penhasco. Por essas que passamos… Com sorte havia um mirante, o tempo chuvoso resolveu se fazer presente, de novo, mas valeu a pena a parada e a vista unica (essas nao parecidas com o RS, hehe…)!! Descendo as montanhas, encontramos um rio que foi uma locacao de filmagem dos Senhores dos Aneis. Havia outros lugares no caminho, um nao encontramos e outro nao havia estrada, infelizmente!
Chegamos a Wellington pela tarde. Fomos para o Museu Nacional Te Papa. Dali para… ops, cade a van dos guris?!?!?! Eh, nos perdemos. Transito na hora do rush, 17h mais ou menos. A mensagem no celular era o Guilherme avisando onde estavam, mas como encontrar se eles eh que tinham o mapa da cidade?! Bom, seguimos por ali e por aqui, dobramos em uma rua simples e singela sem aviso nenhum. E o que nos esperava logo ali? MOTORWAY!!! Algo como uma Free Way. Sim, e na hora do Rush. Sem caminho de volta, seguimos o fluxo em busca de algum retorno ou alguma volta para Wellington. Mais ou menos uns 3…4…5… kilometros uma placa indicava o caminho de volta mais a frente. Okey, voltamos, paramos no museu novamente para pegar um free map para nos guiarmos e encontrarmos o pessoal. Ah sim, a comunicacao aqui entre nos, como desde que chegamos na N.Z., eh soh por mensagem. Aqui a gente paga 10 dolares e tem 2 mil mensagens por mes….Alright, voltando ao assunto, subimos um monte alto na cidade, para variar, curtir o por-do-sol la de cima. O vento que fazia nao era brincadeira MESMO! Muito forte e o frio entao… Por sorte pegamos um dia interessante. Ateh hoje nao sabemos o que significa 5 de novembro aqui para Nova Zelandia, mas havia festas e foguetorio em toda cidade. Assistimos um show de fogos – fireworks – daquele monte gelido e ventoso. Dali para um shopping e algo estranho acontecia, pois passava 9 horas da noite e MUITA gente na rua e nos shoppings. Talvez pelo motivo da data, pois eh muito incomum ver lojas e shoppings abertos e pessoas na rua a noite passados 8 ou 9 da noite. Rango feito, encontramos um estacionamento a beira-mar para mais uma noite de “sono”. Quinta-feira comeca e o rumo eh Ilha Sul via Ferry Boat. Uma experiencia muito linda pela paisagem que encontramos no mar que divide as duas Ilhas…montes, ilhas pequenas, e algumas montanhas geladas laaa ao fundo. Fora o vento forte que fazia, tambem! Havia momentos em que se segurar para nao sair voando era preciso (claro que o Nic sair voando eh um tanto impossivel…mas…). Ah sim, comecei esse texto no ferry boat, mas estou continuando em outro lugar e em outro dia tambem…Enfim… Apos as 3 horas de viagem pelo mar que divide as Ilhas, desembarcamos em Picton e seguimos para a cidade de Nelson. La encontramos o `UM ANEL`. SIM, o Anel original do filme dos Senhor dos Aneis, alem de um Anel gigante que serviu de molde para os efeitos especiais da trilogia. Isso em exposicao na joalheria que fabricou o anel. Dali para um…monte, claro, para assistirmos o por-so-sol e tambem tirarmos fotos pois, ali havia um pequeno monumento que indicava que estavamos exatamente no centro geografico da Nova Zelandia. Mais uma noite… e a janta dessa vez foi um miojao no fogareiro, comprado para viagem, em um estacionamento. Sexta-feira chega, cafe e cookies, mais uma abastecida no carro, e seguimos para costa de Abel Tasman. Isso ao norte da ilha sul. La decidimos, na hora, fazer um tour de barco pela costa. Praias desertas e aguas transparentes… verdinho azulado, uma ilha com focas, parada em uma das pequenas praias para fotos e tudo mais. Algo que lembrava aqueles passeios em Floripa, mas um pouco mais perto do polo sul. Seguimos rumo a cidade de Greymouth. A estrada foi longa mas prezerosa. Sabe aquelas fotos de tela de fundo do Windows, ou de Atlas ou de calendarios com paisagens que tu pensa que nunca vai ver na vida… pois entao, nessa estrada tivemos a felicidade vermos. Campos com ovelhas pastando, montanhas compostas por arvores uniformes ou coloridas e ao fundo uma montanha com neve no topo. A parte infeliz eh que em muitos momentos os companheiros da Van da frente passaram reto e o pior, as baterias da camera estavam descarregadas neste momento da viagem!!! Pelomenos ficou na memoria. Em um momento dessa viagem paramos, finalmente, em um mirante para observarmos um pouco dessa paisagem e a cadeia dos alpes neozelandeses – Southern Alps – ao fundo. Chegando em Graymouth fomos para um. . . nao nao, um monte nao, dessa vez o por-do-sol NO MAR!!! A praia era de pedras como aquela descrita em Napier, e o mar era o Mar da Tasmania. Por ali curtimos aquele momento um pouco bucolico, digamos assim, em uma praia cinza mas com um ceu artistico e o sol mar a dentro trazendo mais uma noite fria e um sabado promissor, pois o rumo agora eh o Franz Josef Glacier e Fox Glacier…como eh la? Bom, estamos a caminho nesse momento…na estrada…somando mais alguns kilometros nos mais de 1.400 kilometros ja rodados pelas estradas neozelandezas. Enquanto isso, neste sabado, dia 8 de novembro, a frente e no lado esquedo da faixa, os alpes ainda nos acompanham ao fundo, e no lado direito, o Mar da Tasmania (E O PRETO NESTE MOMENTO NO VOLANTE PELA PRIMEIRA VEZ NA ESTRADA!! Que Perigo!!!).
(To be continued . . .)
(PS: Sorry pelos `erros` ortograficos e `internetismos`… o notebook no qual escrevo eh configurado para ingles… ATEH MAIS!!!)